Este sábado realizou-se na Escola uma actividade organizada pela Associação de Pais, e que contou com a colaboração do Professor Carlos Carneiro, que veio ensinar aos participantes algumas noções de Xadrez.
No final houve lanche, para o qual todos contribuiram, como é costume na nossa Escola.
Ao Professor Carlos Carneiro o nosso muito obrigado!
02/11/2014
30/10/2014
Culinária na Escola da Voz do Operário
A actividade extra-curricular de Culinária foi mesmo em frente e quem a está a assegurar são os pais. As duas primeiras sessões já se realizaram - na primeira fizemos panquecas e ontem pizzas - e as próximas três estão já asseguradas. Outros pais já manifestaram interesse em realizar sessões e parece que vamos conseguir levar a bom porto este projecto que foi decidido pelos pais na última reunião da Associação.
Lembramos que ainda há muitas datas por preencher, e que todos os pais, mães e/ou outros encarregados de educação podem inscrever-se. Usem para o efeito o e-mail da Associação: assoc.pais.voa@gmail.com.
[fotografia da primeira sessão]
Lembramos que ainda há muitas datas por preencher, e que todos os pais, mães e/ou outros encarregados de educação podem inscrever-se. Usem para o efeito o e-mail da Associação: assoc.pais.voa@gmail.com.
[fotografia da primeira sessão]
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culinária na escola
22/10/2014
Xadrez na Escola
Por iniciativa da Associação de Pais realiza-se no próximo dia 1 de Novembro um Workshop de Xadrez destinado a alunos e encarregados de educação. A actividade terá lugar na Escola durante a tarde e contará com a presença de um treinador de Xadrez que explicará os rudimentos desta actividade que sendo considerada desportiva supera largamente a clássica definição de modalidade desportiva.
As inscrições estão abertas até dia 24, na Escola.
O grupo já é considerável mas quem quiser inscrever-se ainda vai a tempo.
[imagem]
As inscrições estão abertas até dia 24, na Escola.
O grupo já é considerável mas quem quiser inscrever-se ainda vai a tempo.
[imagem]
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Xadrez
30/09/2014
Reunião da Associação de Pais
Realizou-se ontem nas instalações da Escola a primeira reunião no ano lectivo 2014/2015 da Associação de Pais e Encarregados de Educação.
Durante a reunião foram debatidos temas relevantes sobre a vida da Escola da Ajuda. Uma "acta" da reunião, com os pontos principais tratados, será preparada e brevemente enviada por e-mail a todos os pais e encarregados de educação. Se ainda não enviaram o vosso e-mail para a Associação façam-no para o nosso endereço: assoc.pais.voa@gmail.com.
Foi decidido que a Associação de Pais solicitaria à Direcção da Voz do Operário uma reunião no sentido de apresentar a nova Direcção eleita bem como um conjunto de questões relativas à Escola e à sua comunidade.
Durante a reunião foi eleita a nova Direcção da Associação, que passa a ser constituída pelos seguintes elementos:
Catarina Alves, mãe do Isac
Efthimios Angelakis, pai da Alice e da Ana
Joana Pavão, mãe do Joaquim
Pedro Gardner, pai do João e do Simão
Rui Vasco Silva, pai da Catarina
Durante a reunião foram debatidos temas relevantes sobre a vida da Escola da Ajuda. Uma "acta" da reunião, com os pontos principais tratados, será preparada e brevemente enviada por e-mail a todos os pais e encarregados de educação. Se ainda não enviaram o vosso e-mail para a Associação façam-no para o nosso endereço: assoc.pais.voa@gmail.com.
Foi decidido que a Associação de Pais solicitaria à Direcção da Voz do Operário uma reunião no sentido de apresentar a nova Direcção eleita bem como um conjunto de questões relativas à Escola e à sua comunidade.
Durante a reunião foi eleita a nova Direcção da Associação, que passa a ser constituída pelos seguintes elementos:
Catarina Alves, mãe do Isac
Efthimios Angelakis, pai da Alice e da Ana
Joana Pavão, mãe do Joaquim
Pedro Gardner, pai do João e do Simão
Rui Vasco Silva, pai da Catarina
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reunião
24/09/2014
Culinária na Escola
Por sugestão do Miguel Costa publicamos um interessante artigo sobre a culinária na Escola. O nosso agradecimento ao Miguel. No que respeita os restantes pais fica o convite para que escrevam, proponham, critiquem, usem e disponham do blogue da Associação de Pais. Este espaço é de todos.
Some, subtraia, bata no liquidificador!
Link: http://institutophorte.com.br/noticias/53/some-subtraia-bata-no-liquidificador
Professora do ensino fundamental da rede particular, em São Paulo, Andréa Tambelli inovou na forma de ensinar Matemática: ela levou seus alunos para a cozinha!
Se alguém mencionasse os primeiros anos do Ensino Fundamental, Matemática e cozinha, você conseguiria estabelecer alguma conexão entre esses três elementos? Uma professora da rede particular, em São Paulo, conseguiu. Em uma demonstração de que é totalmente viável lançar mão de recursos – aparentemente – heterodoxos para ensinar conteúdos ditos complexos e/ou complicados a crianças, ela levou estudantes do 2º ano para a cozinha. Para aprender Matemática!
A docente em questão é Andréa de Fátima Dias Tambelli e a ideia surgiu de suas observações a respeito do comportamento de seus alunos dentro da sala de aula. Ela reparou que, por mais que se esforçasse, os pequenos tinham muita dificuldade para compreender conceitos de medidas (como volume e peso) e não conseguiam relacioná-las com as situações reais. Foi quando ela resolveu levar a turma para os domínios dos cozinheiros.
Por meio da execução de receitas que permitiam o uso de uma grande variedade de instrumentos de medidas (como colher, copo medidor, liquidificador e balança), os mini mestres-cucas puderam realizar experimentos e aplicar, na prática, a teoria passada pela professora.
O resultado da “aventura no território das panelas”, segundo Andréa, foi uma melhora significativa tanto na aprendizagem como na avaliação das crianças. O processo de passar/receber conhecimento ganhou outros contornos. Ficou mais divertido e fez com que os alunos absorvessem o conteúdo proposto muito mais rápido.
A ideia de ensinar sistemas de medidas para crianças através da culinária deu tão certo que a educadora foi eleita como uma das dez ganhadoras da 17ª edição do Prêmio Educadora Nota 10, da Fundação Victor Civita.
Quem disse que cozinha não é lugar de criança?
Some, subtraia, bata no liquidificador!
Link: http://institutophorte.com.br/noticias/53/some-subtraia-bata-no-liquidificador
Professora do ensino fundamental da rede particular, em São Paulo, Andréa Tambelli inovou na forma de ensinar Matemática: ela levou seus alunos para a cozinha!
Se alguém mencionasse os primeiros anos do Ensino Fundamental, Matemática e cozinha, você conseguiria estabelecer alguma conexão entre esses três elementos? Uma professora da rede particular, em São Paulo, conseguiu. Em uma demonstração de que é totalmente viável lançar mão de recursos – aparentemente – heterodoxos para ensinar conteúdos ditos complexos e/ou complicados a crianças, ela levou estudantes do 2º ano para a cozinha. Para aprender Matemática!
A docente em questão é Andréa de Fátima Dias Tambelli e a ideia surgiu de suas observações a respeito do comportamento de seus alunos dentro da sala de aula. Ela reparou que, por mais que se esforçasse, os pequenos tinham muita dificuldade para compreender conceitos de medidas (como volume e peso) e não conseguiam relacioná-las com as situações reais. Foi quando ela resolveu levar a turma para os domínios dos cozinheiros.
Por meio da execução de receitas que permitiam o uso de uma grande variedade de instrumentos de medidas (como colher, copo medidor, liquidificador e balança), os mini mestres-cucas puderam realizar experimentos e aplicar, na prática, a teoria passada pela professora.
O resultado da “aventura no território das panelas”, segundo Andréa, foi uma melhora significativa tanto na aprendizagem como na avaliação das crianças. O processo de passar/receber conhecimento ganhou outros contornos. Ficou mais divertido e fez com que os alunos absorvessem o conteúdo proposto muito mais rápido.
A ideia de ensinar sistemas de medidas para crianças através da culinária deu tão certo que a educadora foi eleita como uma das dez ganhadoras da 17ª edição do Prêmio Educadora Nota 10, da Fundação Victor Civita.
Quem disse que cozinha não é lugar de criança?
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15/09/2014
Convocatória para reunião
Convocam-se os pais e encarregados de educação dos alunos da escola da Voz do Operário da Ajuda para uma reunião no dia 29 de Setembro pelas 19h00, nas instalações da Escola. A reunião tem a seguinte ordem de trabalho:
1.Eleição dos órgãos sociais da Associação;
2.Situação material/pedagógica da Escola e respostas a adoptar pela Associação;
3.Plano de actividades e Orçamento para 2014/2015;
Participem!
1.Eleição dos órgãos sociais da Associação;
2.Situação material/pedagógica da Escola e respostas a adoptar pela Associação;
3.Plano de actividades e Orçamento para 2014/2015;
Participem!
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corpos sociais; direcção,
reunião
24/06/2014
Ateliers de dança
Por sugestão da Catarina, mãe do Luca, divulgamos os ateliers de dança promovidos pelo Fórum Dança. Obrigado pela dica!
"O Forum Dança continua a sua aposta na formação dos mais novos, criando em cada período de férias um conjunto de actividades que, de modo lúdico, estimulam a criatividade e o contacto com outras culturas, através da expressão artística.
O Arte Jovem é uma alternativa para a ocupação dos tempos livres das crianças e jovens, iniciando-as nas artes performativas através do contacto com artistas.Arte Jovem… para criar, aprender, interpretar, pensar, partilhar e brincar...!No currículo do Forum Dança, contam-se actividades que servem de background ao desenvolvimento de ateliers para crianças. Os Cursos de Monitores de Dança e de Dança na Comunidade, com várias edições ao longo dos últimos dez anos, atestam a competência do Forum Dança na área da formação em pedagogia das artes. Os Cursos de Intérpretes de Dança Contemporânea criam a dinâmica artística que contagia também o Arte Jovem."
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sugestões de actividades
11/06/2014
O nosso arraial é no dia 28
Marquem na agenda
e apareçam. Entretanto a Associação de Pais vai afixar na Escola um
mapa com as tarefas necessárias, para que todos possam ajudar à Festa.
Se cada um fizer um pouco, todos podemos disfrutar mais do Arraial de
final de ano.
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arraial
12/05/2014
A Voz da Ajuda no 36º Congresso do MEM
A Escola da Voz do Operário da Ajuda estará em destaque no primeiro dia do 36º Congresso do MEM, que se realiza entre 17 e 19 de Julho na Escola Superior de Educação de Lisboa.
A Conferência da Sessão de Abertura terá como orador do professor Pascal Paulus, e será intitulada "O trabalho da Voz do Operário da Ajuda (de 1986 a 1995) na construção da cultura pedagógica do MEM". Na sessão participará o professor Sérgio Niza.
A Conferência da Sessão de Abertura terá como orador do professor Pascal Paulus, e será intitulada "O trabalho da Voz do Operário da Ajuda (de 1986 a 1995) na construção da cultura pedagógica do MEM". Na sessão participará o professor Sérgio Niza.
25/04/2014
A Voz nos 40 anos do 25 de Abril
A Sociedade Voz do Operário marcou presença nas comemorações populares dos 40 anos da Revolução de 25 de Abril de 1974. No pano da Voz concentraram-se funcionários, alunos e ex-alunos das suas escolas, pais e encarregados de educação, dirigentes e amigos da instituição.
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25 de Abril
15/04/2014
Sugestões
Chegaram à caixa de correio da Associação de Pais duas sugestões que agradecemos e partilhamos.
[clicar sobre as imagens para ampliar]
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sugestões de actividades
13/04/2014
Reportagem sobre a Voz, no Jornal das 8 (TVI)
O Jornal das 8 (TVI) transmitiu ontem uma pequena reportagem sobre a Voz do Operário e as suas escolas. Apesar da reportagem ter como cenário a Escola da Graça refere em alguns pontos a Escola da Ajuda. Podem vê-la clicando aqui (aos 31 minutos do vídeo).
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09/04/2014
Reunião da Associação de Pais
Realizou-se ontem, na Escola da Voz da Ajuda, uma reunião da Associação de Pais e Encarregados de Educação, que teve como ponto único da ordem de trabalho o tema do exame intercalar no qual foram inscritos os alunos do 2º ano do 1º ciclo.
Os pais presentes tiveram a oportunidade de debater em conjunto este tema, ponderando as implicações que a realização do exame (de carácter facultativo e sem qualquer implicação na progressão dos alunos para o 3º ano) poderão ter (ou já tiveram) no decurso do presente ano lectivo. Foi ainda debatida a questão da coerência da realização de um exame facultativo face ao modelo pedagógico desde há muito escolhido e desenvolvido na Escola da Ajuda.
Da reunião resultaram duas decisões:
- A Associação de Pais proporá que o tema do exame intercalar seja adicionado à ordem de trabalhos da reunião solicitada no passado dia 18/03 à Direcção da Voz (decisão já levada à prática);
- A Associação de Pais elaborará uma folha informativa (em papel) para distribuição aos país após dia 22 de Abril, com informação objectiva sobre o exame intercalar do 2º ano do 1º ciclo.
A Associação de Pais continuará a promover o debate aberto e sem conclusões a priori sobre assuntos pedagógicos (e outros relevantes) directamente ligados à vida da Escola (da Escola da Ajuda em particular), procurando aprofundar a ligação positiva dos pais e dos encarregados de educação ao dia-a-dia da Voz da Ajuda e contribuindo para dar um sentido prático e real à ideia de escola democrática.
Os pais presentes tiveram a oportunidade de debater em conjunto este tema, ponderando as implicações que a realização do exame (de carácter facultativo e sem qualquer implicação na progressão dos alunos para o 3º ano) poderão ter (ou já tiveram) no decurso do presente ano lectivo. Foi ainda debatida a questão da coerência da realização de um exame facultativo face ao modelo pedagógico desde há muito escolhido e desenvolvido na Escola da Ajuda.
Da reunião resultaram duas decisões:
- A Associação de Pais proporá que o tema do exame intercalar seja adicionado à ordem de trabalhos da reunião solicitada no passado dia 18/03 à Direcção da Voz (decisão já levada à prática);
- A Associação de Pais elaborará uma folha informativa (em papel) para distribuição aos país após dia 22 de Abril, com informação objectiva sobre o exame intercalar do 2º ano do 1º ciclo.
A Associação de Pais continuará a promover o debate aberto e sem conclusões a priori sobre assuntos pedagógicos (e outros relevantes) directamente ligados à vida da Escola (da Escola da Ajuda em particular), procurando aprofundar a ligação positiva dos pais e dos encarregados de educação ao dia-a-dia da Voz da Ajuda e contribuindo para dar um sentido prático e real à ideia de escola democrática.
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27/03/2014
O que os pais devem saber sobre 'o direito de brincar' das Crianças
Uma bela sugestão de leitura do Miguel Costa.
Obrigado por mais um contributo para o blogue!
O que os pais devem saber sobre 'o direito de brincar' das Crianças
por Eduardo Sá
1. As crianças têm direito a brincar todos os dias.
Na escola, entre as aulas e ao longo delas (sempre que o professor for capaz de pôr brincar a rimar com aprender). Em casa e ao ar livre – no quarto como num parque – sob o olhar, discreto, dos seus pais. Brincar só ao fim de semana não é brincar: é pôr uma agenda no lugar do coração.
2. As crianças têm direito a exigir o brincar como o principal de todos as deveres.
As crianças têm o direito a defender a primazia do brincar sobre todas as tarefas. A fórmula: «primeiro, fazes os deveres e, depois, brincas», tão do agrado dos pais, é proibida! Só depois do brincar vem o trabalho.
3. As crianças têm direito a unir brincar com aprender.
Brincar é o “aparelho digestivo” do pensamento. Liga a imaginação com tudo o que se aprende. Quem não brinca imita, repete, fábula, falseia ou finge. Mas zanga-se, sem redenção, com o aprender!
4. As crianças têm direito a não saber brincar.
Brincar é uma sabedoria que nunca se detém: inventa-se, descobre-se, deslinda-se, desvenda-se. Brincar é confiar: no desconhecido, no que se brinca, com quem se brinca. Crianças sossegadinhas são brinquedos à espera dos pais para brincar.
5. As crianças têm direito a descobrir que os melhores brinquedos são os pais.
Apesar disso, têm direito a requisitar tudo o que entendam para brincar. Têm direito a brincar com as almofadas, com caixas de cartão, com os dedos, e com tudo mais que entendam, por mais que sejam não sejam objectos convencionados para brincar. Tudo aquilo que não serve para brincar não presta para descobrir e com brinquedos de mãos brinca-se de menos.
6. As crianças têm o direito a desarrumar todos os brinquedos...
(e a arrumá-los, de seguida, com um toque… pessoal). Têm direito a desmanchar os que forem mais misteriosos, mais rezingões ou, até, os divertidos. Quando brincam, têm direito a ter a vista na ponta dos dedos, a cheirar, a sentir, a falar, a rir ou a chorar. Não há, por isso, brinquedos maus! A não ser aqueles que servem para afastar as pessoas com quem se pode brincar.
7. As crianças têm direito a brincar para sempre.
A Infância nunca morre: apenas adormece. E quem, crescimento fora, se desencontra do brincar, não perceberá, jamais, que não há crianças se não houver brincar.
(fonte)
Obrigado por mais um contributo para o blogue!
O que os pais devem saber sobre 'o direito de brincar' das Crianças
por Eduardo Sá
1. As crianças têm direito a brincar todos os dias.
Na escola, entre as aulas e ao longo delas (sempre que o professor for capaz de pôr brincar a rimar com aprender). Em casa e ao ar livre – no quarto como num parque – sob o olhar, discreto, dos seus pais. Brincar só ao fim de semana não é brincar: é pôr uma agenda no lugar do coração.
2. As crianças têm direito a exigir o brincar como o principal de todos as deveres.
As crianças têm o direito a defender a primazia do brincar sobre todas as tarefas. A fórmula: «primeiro, fazes os deveres e, depois, brincas», tão do agrado dos pais, é proibida! Só depois do brincar vem o trabalho.
3. As crianças têm direito a unir brincar com aprender.
Brincar é o “aparelho digestivo” do pensamento. Liga a imaginação com tudo o que se aprende. Quem não brinca imita, repete, fábula, falseia ou finge. Mas zanga-se, sem redenção, com o aprender!
4. As crianças têm direito a não saber brincar.
Brincar é uma sabedoria que nunca se detém: inventa-se, descobre-se, deslinda-se, desvenda-se. Brincar é confiar: no desconhecido, no que se brinca, com quem se brinca. Crianças sossegadinhas são brinquedos à espera dos pais para brincar.
5. As crianças têm direito a descobrir que os melhores brinquedos são os pais.
Apesar disso, têm direito a requisitar tudo o que entendam para brincar. Têm direito a brincar com as almofadas, com caixas de cartão, com os dedos, e com tudo mais que entendam, por mais que sejam não sejam objectos convencionados para brincar. Tudo aquilo que não serve para brincar não presta para descobrir e com brinquedos de mãos brinca-se de menos.
6. As crianças têm o direito a desarrumar todos os brinquedos...
(e a arrumá-los, de seguida, com um toque… pessoal). Têm direito a desmanchar os que forem mais misteriosos, mais rezingões ou, até, os divertidos. Quando brincam, têm direito a ter a vista na ponta dos dedos, a cheirar, a sentir, a falar, a rir ou a chorar. Não há, por isso, brinquedos maus! A não ser aqueles que servem para afastar as pessoas com quem se pode brincar.
7. As crianças têm direito a brincar para sempre.
A Infância nunca morre: apenas adormece. E quem, crescimento fora, se desencontra do brincar, não perceberá, jamais, que não há crianças se não houver brincar.
(fonte)
25/03/2014
Sugestões para as férias da Páscoa
Recebemos no e-mail da Associação duas sugestões para as férias da Páscoa que se aproximam. Aqui ficam (com o devido agradecimento ao João, que as enviou!).
Nota: o blogue é gerido pela Associação de Pais mas na verdade ele é de todos os encarregados de educação da escola da Voz da Ajuda. Contribuam com sugestões, textos, imagens ou vídeos que considerem pertinentes.
(clicar sobre a imagem para ampliar)
Nota: o blogue é gerido pela Associação de Pais mas na verdade ele é de todos os encarregados de educação da escola da Voz da Ajuda. Contribuam com sugestões, textos, imagens ou vídeos que considerem pertinentes.
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Debate na Escola sobre transição entre ciclos
Tal como anteriormente anunciado realizou-se no passado sábado um debate com a presença do professor Pascal Paulus dedicado ao tema da transição dos alunos da Voz do Operário da Ajuda entre o 1º e o 2º ciclo. O debate decorreu na escola e contou com a presença de professores, muitos encarregados de educação, ex-alunos e pais de ex-alunos que trouxeram para a reflexão em conjunto as suas experiências sobre o assunto. Esteve também presente o Presidente da Voz do Operário, Manuel Figueiredo.
O professor Pascal Paulus começou por apresentar em traços gerais algumas notas mais relevantes (para o contexto) da sua tese de doutoramento ("Uma outra forma de fazer escola - A Voz do Operário da Ajuda") enfatizando na fase final da sua intervenção os aspectos mais referidos pelos ex-alunos relativamente à transição entre ciclos: as dificuldades em compreender regras impostas por adultos, sem utilidade nem justificação que não a própria vontade do adulto; a dificuldade em compreender a utilidade da "nota" ou da classificação; as diferenças entre o estilo de trabalho de colaboração e cooperação que se promove na escola da Voz da Ajuda por oposição a um registo de trabalho mais individual praticado no sistema de escolarização tradicional; a passagem de um registo de mono-docência para a realidade da pluri-docência.
O debate foi vivo e interessante, abrangendo temas diversos e resultando dele a ideia de que em regra os alunos da Voz da Ajuda vão bem preparados para a transição e que tendem a encontrar estratégias para lidar com a diferença entre a escola familiar/hospitaleira face à escola tradicional/de instrução.
No final foi realizado um lanche para o qual todos contribuíram.
Foi uma tarde muito bem passada na escola.
O professor Pascal Paulus começou por apresentar em traços gerais algumas notas mais relevantes (para o contexto) da sua tese de doutoramento ("Uma outra forma de fazer escola - A Voz do Operário da Ajuda") enfatizando na fase final da sua intervenção os aspectos mais referidos pelos ex-alunos relativamente à transição entre ciclos: as dificuldades em compreender regras impostas por adultos, sem utilidade nem justificação que não a própria vontade do adulto; a dificuldade em compreender a utilidade da "nota" ou da classificação; as diferenças entre o estilo de trabalho de colaboração e cooperação que se promove na escola da Voz da Ajuda por oposição a um registo de trabalho mais individual praticado no sistema de escolarização tradicional; a passagem de um registo de mono-docência para a realidade da pluri-docência.
O debate foi vivo e interessante, abrangendo temas diversos e resultando dele a ideia de que em regra os alunos da Voz da Ajuda vão bem preparados para a transição e que tendem a encontrar estratégias para lidar com a diferença entre a escola familiar/hospitaleira face à escola tradicional/de instrução.
No final foi realizado um lanche para o qual todos contribuíram.
Foi uma tarde muito bem passada na escola.
01/03/2014
Woodworking Multiplication Math Art Board Waldorf
Por sugestão da Helena, mãe da Maria do 1º ano, deixamos este vídeo bastante interessante, para reflexão e eventual debate.
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24/02/2014
Lanche/debate, dia 22 de Março
[clicar sobre a imagem para ampliar]
Sobre a tese do prof. Pascal Paulus:
Título: Uma outra forma de fazer escola:a Voz do Operário da Ajuda
Autor: Paulus, Pascal, 1957-
Orientador: Canário, Rui, 1948-
Palavras-chave: Relações sociais, Escolarização, Sociologia da educação
Teses de doutoramento - 2013
Data: 2013
Autor: Paulus, Pascal, 1957-
Orientador: Canário, Rui, 1948-
Palavras-chave: Relações sociais, Escolarização, Sociologia da educação
Teses de doutoramento - 2013
Data: 2013
20/02/2014
As funções da avaliação. Avaliar não é classificar, é construir um caminho.
[O Miguel Costa enviou-nos mais uma contribuição para o blogue da Associação de Pais, que naturalmente agradecemos. A todos os restantes pais e encarregados de educação fica o convite para que escrevam ou sugiram textos, imagens ou vídeos.]
As funções da avaliação. Avaliar não é classificar, é construir um caminho.
“mudar a avaliação significa mudar a escola”
Perrenoud, 1992
Independentemente da corrente pedagógica seguida a avaliação é um elemento chave das escolas e dos sistemas educativos. Para se conhecer é necessário avaliar, e avaliar significa medir, quantificar quer em termos absolutos quer em termos relativos, um ou mais elementos desse sistema.
No ensino tradicional a avaliação dos alunos é traduzida em testes e exames, que se resumem a um número e a média dos resultados obtidos ao longo do ano constituem a classificação dos alunos. No final do ano o aluno é classificado de acordo com os resultados que obteve nos testes: “é um aluno de 3, ou de 4 ou de…” é o número e esse número vale pela posição que ocupa na escala de resultados obtidos no universo dos seus colegas, da sua escola. A avaliação serve para muita coisa e uma delas, muitas vezes a primeira, é a classificação dos alunos. É fácil por números numa folha de cálculo, mas é difícil fazer o mesmo com pessoas…
Outro aspecto da avaliação através de testes e exames é que permite avaliar o que é importante e o que é acessório. Se não sai no teste, nem vale a pena dedicar atenção ao assunto. A avaliação na forma de objectivos e metas constitui um programa sobre o programa. Determina o conhecimento válido e a forma válida de o apresentar. O teste inclui ou exclui determinada matéria, a “grelha de correcção” determina o valor da resposta, definindo critérios para a valorização das formas de resposta aceites.
Por fim a avaliação no modelo tradicional constitui a razão de ser do ensino, da escola e da turma. Ao aceitar que o aluno vale pelas classificações que obtém numa prova que avalia o que aprendeu e que aprender é a razão pela qual está a escola, escola trabalha para que o aluno obtenha sucesso nessa prova. Conhecida a classificação, conhece-se verdadeiramente o aluno.
A avaliação na perspectiva do MEM é no entanto diferente. A avaliação não é um momento não é o culminar de um processo de aprendizagem nem tem como objectivo principal classificar um aluno.
A avaliação é um elemento intrínseco ao processo de aprendizagem num contexto cooperativo, pois serve como mecanismo de tomada de consciência, individual e grupal do percurso realizado e ferramenta de decisão, individual e grupal, face ao percurso a seguir. O seu aspecto contínuo torna-a muito mais útil como ponto partida do que de chegada e a sua dimensão colectiva torna-a formadora (e não formativa).
Encarar a avaliação como uma das dimensões da aprendizagem implica não apenas dar a conhecer os objectivos mas sobretudo fornecer os instrumentos necessários a essa tarefa. O envolvimento dos alunos passa pela participação na determinação de objectivos e pela hetero e auto-avaliação. A avaliação enquanto actividade reflexiva e colectiva choca com percursos pré-determinados e desvaloriza o tipo de classificação procurada no sistema tradicional. Ao construírem colectivamente e em cooperação os seus percursos, os agentes do processo de aprendizagem possuem plena consciência que não são um número obtido numa prova ou exame.
Ao estabelecerem os seus objectivos e discutirem as suas avaliações (como acontece no conselho) tomam consciência que cada um deles, os seus percursos, as suas áreas de preferência e as suas dificuldades não podem ser reduzidos a simples dígitos.
Por mais que os queiram sujeitar a exames, os alunos do MEM não cabem em folhas de cálculo. A mera avaliação externa, que lhes é alheia e resumida à sujeição a um inquérito escrito na forma de uma dezena de perguntas nunca lhes trará mais informação que o trabalho (e que trabalho!) que realizam diária e semanalmente ao longo do ano.
Os alunos do MEM têm consciência do seu valor, porque aprenderam a decidir os seus objectivos e reflectiram sobre os seus progressos… e isso é assustador para quem possua uma visão contabilística da educação, em que os alunos cabem numa quadricula de uma qualquer tabela de dupla entrada.
As funções da avaliação. Avaliar não é classificar, é construir um caminho.
“mudar a avaliação significa mudar a escola”
Perrenoud, 1992
Independentemente da corrente pedagógica seguida a avaliação é um elemento chave das escolas e dos sistemas educativos. Para se conhecer é necessário avaliar, e avaliar significa medir, quantificar quer em termos absolutos quer em termos relativos, um ou mais elementos desse sistema.
No ensino tradicional a avaliação dos alunos é traduzida em testes e exames, que se resumem a um número e a média dos resultados obtidos ao longo do ano constituem a classificação dos alunos. No final do ano o aluno é classificado de acordo com os resultados que obteve nos testes: “é um aluno de 3, ou de 4 ou de…” é o número e esse número vale pela posição que ocupa na escala de resultados obtidos no universo dos seus colegas, da sua escola. A avaliação serve para muita coisa e uma delas, muitas vezes a primeira, é a classificação dos alunos. É fácil por números numa folha de cálculo, mas é difícil fazer o mesmo com pessoas…
Outro aspecto da avaliação através de testes e exames é que permite avaliar o que é importante e o que é acessório. Se não sai no teste, nem vale a pena dedicar atenção ao assunto. A avaliação na forma de objectivos e metas constitui um programa sobre o programa. Determina o conhecimento válido e a forma válida de o apresentar. O teste inclui ou exclui determinada matéria, a “grelha de correcção” determina o valor da resposta, definindo critérios para a valorização das formas de resposta aceites.
Por fim a avaliação no modelo tradicional constitui a razão de ser do ensino, da escola e da turma. Ao aceitar que o aluno vale pelas classificações que obtém numa prova que avalia o que aprendeu e que aprender é a razão pela qual está a escola, escola trabalha para que o aluno obtenha sucesso nessa prova. Conhecida a classificação, conhece-se verdadeiramente o aluno.
A avaliação na perspectiva do MEM é no entanto diferente. A avaliação não é um momento não é o culminar de um processo de aprendizagem nem tem como objectivo principal classificar um aluno.
A avaliação é um elemento intrínseco ao processo de aprendizagem num contexto cooperativo, pois serve como mecanismo de tomada de consciência, individual e grupal do percurso realizado e ferramenta de decisão, individual e grupal, face ao percurso a seguir. O seu aspecto contínuo torna-a muito mais útil como ponto partida do que de chegada e a sua dimensão colectiva torna-a formadora (e não formativa).
Encarar a avaliação como uma das dimensões da aprendizagem implica não apenas dar a conhecer os objectivos mas sobretudo fornecer os instrumentos necessários a essa tarefa. O envolvimento dos alunos passa pela participação na determinação de objectivos e pela hetero e auto-avaliação. A avaliação enquanto actividade reflexiva e colectiva choca com percursos pré-determinados e desvaloriza o tipo de classificação procurada no sistema tradicional. Ao construírem colectivamente e em cooperação os seus percursos, os agentes do processo de aprendizagem possuem plena consciência que não são um número obtido numa prova ou exame.
Ao estabelecerem os seus objectivos e discutirem as suas avaliações (como acontece no conselho) tomam consciência que cada um deles, os seus percursos, as suas áreas de preferência e as suas dificuldades não podem ser reduzidos a simples dígitos.
Por mais que os queiram sujeitar a exames, os alunos do MEM não cabem em folhas de cálculo. A mera avaliação externa, que lhes é alheia e resumida à sujeição a um inquérito escrito na forma de uma dezena de perguntas nunca lhes trará mais informação que o trabalho (e que trabalho!) que realizam diária e semanalmente ao longo do ano.
Os alunos do MEM têm consciência do seu valor, porque aprenderam a decidir os seus objectivos e reflectiram sobre os seus progressos… e isso é assustador para quem possua uma visão contabilística da educação, em que os alunos cabem numa quadricula de uma qualquer tabela de dupla entrada.
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13/02/2014
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Parabéns aos seus associados, trabalhadores, alunos, dirigentes e amigos.
No dia 22 há jantar comemorativo. Mais informações aqui.
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