Este ano, os pais e as mães decidiram deixar-se de teatrinhos e outras lamechices. O Natal é para descansar e encher a barriga de doces – por isso decidimos contratar uns profissionais ;)
Pois é… Com os cofres recheados das quotas (!) que todos pagam a tempo e horas e a ApVOA cobra sem hesitar (!), decidimos abrir os cordões à bolsa: não houve apenas nova mesa de matraquilhos nem tão só um pingue-pongue a sério no recreio - desta vez é que era a sério, um verdadeiro circo!
O pior, foi mantê-los fora do palco! Alguns dos pais e das mães não resistiram à tentação, não aguentaram a atracção do palco do Armadorense e, disfarçados de palhaços trapalhões, engolidores de fogo engasgados, acrobatas-yoguis cheios de sono e domadoras… de alunos, tomaram o lugar dos verdadeiros artistas de circo!
O resultado?
Um desastre… Ou foi um sucesso? Pais, avós e miúdos na assistência agarrados à barriga de tanto rir dos seus congéneres, filhos e pais? É verdade, foi um verdadeiro circo trapalhão e divertido que animou a tarde.
A camaradagem nos ensaios a altas horas da noite, os improvisos de última hora a fugir à encenadora e até, alguns nervos antes de entrar no palco, tornaram esta festa de natal mesmo divertida – tanto para os miúdos como para nós, os graúdos que se divertiram à grande!
E para melhorar esta tarde de festa, os miúdos tomaram conta do palco e, mesmo com o professor afónico em casa, afinaram as gargantas e instrumentos para um show de canções de natal! Alguns pais até limpavam a lágrima ao canto do olho enquanto disparavam como paparazzis para os seus rebentos.
Os antigos alunos ainda deram um ar de sua graça e, antes de irem para casa, houve lanche, doces e surpresas para todos.
Mas para o ano, é que é a sério, prometemos: o circo de Montecarlo ou o elenco residente do teatro Nacional ao palco do Armadorense, já!


2 comentários:
Grande texto sim senhora, o nosso blog já merecia mais um post e este também de grande qualidade
Olá Pais e amigos da Voz
Sou irmão de um ex-aluno (Bernardo Carona) e também já tive o prazer de estar no palco, das festas de Natal, da Voz. A Voz como "escola" é diferente e sobretudo marca quem por ai passa (alunos e pais).
Deixo-vos uma palavra de ânimo e força nesta causa (apVO) que não é fácil, mas que é muito recompensadora.
Um abraço,
Ricardo Martins
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